Paralisação dos rodoviários da empresa São José em Belém
Cerca de 80 rodoviários da empresa São José estão parados em Belém desde domingo (25), por atraso de dois meses nos salários. Duas linhas são afetadas e cerca de 20 mil passageiros sofrem impacto.
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Rodoviários da São José param em Belém por atraso salarial e afetam 20 mil passageiros
Cerca de 80 rodoviários da empresa São José paralisaram as atividades em Belém desde o domingo (25). Os trabalhadores denunciam dois meses de atraso nos salários e afirmam que o ticket alimentação e os encargos também não foram depositados. A parada atinge as linhas Canudos–Praça Amazonas e Canudos–Presidente Vargas, com impacto estimado em mais de 20 mil passageiros.
Segundo o diretor do Sindicato dos Rodoviários de Belém, Marinaldo Campos, a categoria já interrompeu o serviço cerca de dez vezes nas últimas semanas. Ele afirma que acordos firmados em meados de outubro não foram cumpridos. Os trabalhadores também relatam que descontos de pensão alimentícia e de empréstimos consignados são feitos nos contracheques, mas os valores não chegam aos destinatários.
Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransabel) atribuiu a situação ao desequilíbrio econômico-financeiro do transporte coletivo da capital, citando aumento de custos e queda no número de passageiros pagantes. A empresa informou manter diálogo com os trabalhadores e com o sindicato para regularizar as pendências. As informações são do g1 Pará.
Fonteg1 Pará (abre em nova aba)Rodoviários da empresa São José cruzam os braços em Belém por pagamentos atrasados
Os trabalhadores da empresa de ônibus São José estão em greve em Belém desde o domingo (25). O movimento cobra o pagamento de salários, ticket-alimentação, férias e outras pendências trabalhistas, e afeta as linhas 323 (Canudos–Praça Amazonas), 324 (Canudos–Presidente Vargas) e 912 (Castanheira–Pátio Belém).
Segundo o Sindicato dos Rodoviários de Belém (Sintrebel), há funcionários com até três meses de salário e de ticket-alimentação em atraso, e outros com dois meses de pendências. A entidade afirma ainda que as férias estão sem pagamento há cerca de seis a sete meses e que valores descontados dos trabalhadores não seriam repassados. A categoria também relata falta de diesel e descumprimento de acordo firmado em paralisação anterior.
O sindicato diz que aguarda a terça-feira (27) para saber se a empresa convocará uma negociação concreta. Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel) atribui a situação ao desequilíbrio econômico-financeiro do sistema de transporte coletivo e afirma que a empresa mantém diálogo com os trabalhadores e com o sindicato.
As informações são do jornal O Liberal.
FonteO Liberal (abre em nova aba)
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